• Edu Peres

No conforto do isolamento


Se sair de casa para flertar, beijar na boca ou ter relações sexuais não é uma opção, não é o fim do mundo (pelo menos não do ponto de vista sexual).



Olá!


Provavelmente você chegou a essa publicação porque, como metade do mundo, está começando a se preocupar (ou já está oficialmente surtando) com a pandemia do Coronavírus. Ao seu redor, 24h por dia as notícias são de aumento de casos, precauções, de como o vírus se espalha rápido e como identificar sintomas. A orientação universal tem sido a mesma: "não saia de casa". E em tempos de Netflix, redes sociais e procrastinação, a medida de isolamento não parece uma má ideia. O que fica no ar é: como vou aliviar o tesão nessa quarentena voluntária?


Nessa época que temos discutido bastante sobre sintomas de viroses, é importante frisar que os orgasmos são um fator de proteção imunológica cientificamente comprovados. O ato sexual estimula a produção de anticorpos, fortalecendo seu sistema imunológico. Além disso, no ápice da excitação, há liberação de endorfinas, que ajudam a relaxar o corpo, mente e diminuir a sensação de dor. Ou seja, os benefícios valem tanto para quem está se prevenindo de viroses permanecendo em casa, quanto para aqueles que já manifestam sintomas, trazendo certo alívio ao quadro (que supõe-se ser, nos casos mais leves, semelhantes ao de um resfriado comum).


ALERTA: não digo que por ter orgasmos você está imune de contrair o vírus COVID-19, pois existem múltiplos fatores na transmissão de doenças que vão além de uma resposta fisiológica. O que quero dizer é que existem motivos fisiológicos pelos quais orgasmos fazem bem ao seu corpo.


Se a interação a dois (ou mais) está temporariamente suspensa para muitos que não tem companhia em casa, ainda assim é possível conseguir obter prazer sexual usando uma técnica antiga: a masturbação. E se a sua criatividade não vai além dos vídeos pornográficos e revistas de nudez, aqui vão algumas dicas para manter a interação com outros indivíduos sem compartilhar fluidos, perdigotos ou cepas do Coronavírus:



Sexting


Termo inglês para "troca de mensagens com conteúdo sexual". Exige um pouco da criatividade, mas além de estimular a imaginação, também garante estímulos sexuais para aliviar o tesão, com o bônus de não ser um ato completamente só: (e em tempos de grupos de WhatsApp, quem sabe até rola uma orgia virtual).


ALERTA 2: é importante ter cuidado com quem se compartilha mensagens de cunho sexual e troca de imagens íntimas. Esses atos têm de ser realizados entre pessoas adultas com as quais exista consentimento mútuo e regras de respeito à privacidade.



Websex


Há quem precise de mais do que textos e fotos para garantir uma excitação, ou algum tipo de interação ao vivo seja necessária. Nesses casos, o sexo pela webcam (ou câmera frontal do seu smartphone) é uma opção viável.



Quem namora à distância já deve estar familiarizado com esse artifício. Além do mais, existem sites disponibilizados para essa prática.



Stories e Snaps

As redes sociais prestam um ótimo serviço na interação, e tanto o Instagram quanto o Snapchat possuem serviços de troca de mensagens privadas por vídeo e fotos que são temporárias. Ou seja: a garantia da privacidade andando lado a lado com a solução para seu tesão.



Apps de pegação


Não é novidade que apps como Hornet, Grindr*, Scruff e afins são destinados para compartilhar conteúdo erótico e garantir a pegação. Em períodos de quarentena, eles são uma boa opção (e já garantem o contatinho para depois da quarentena).


(* Imagem meramente ilustrativa, no app de verdade tem muito menos rosto à mostra).


Seja qual for a sua modalidade escolhida para enfrentar esse período de crise, saiba que a masturbação é um auto-cuidado completamente normal, saudável e não é motivo de vergonha ou de tabu. Aproveite esse tempo para dar esse presente - feito manualmente - para você!











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